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sábado, 9 de outubro de 2010

Premio Nobel

James Chadwick
  
James Chadwick (Cheshire, 20 de Outubro de 1891 — Cambridge, 24 de Julho de 1974) foi um físico britânico, colaborador de Ernest Rutherford.
            A principal contribuição de James Chadwick para o desenvolvimento da física ocorreu em 1932, data em que descobriu a partícula do núcleo atómico, que passou a ser conhecida por nêutron, devido ao fato de não ter carga elétrica. Pela sua descoberta, divulgada à comunidade científica na obra "Possible Existence of Neutron", obteve em 1935 o Nobel de Física.
            Chadwick tornou-se professor de Física na universidade de Liverpool em 1935 e, durante a Segunda Guerra Mundial, integrou o Projeto Manhattan nos Estados Unidos, desenvolvendo as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki.



Niels Henrick David Bohr
      Licenciou-se na sua cidade natal em 1911 e trabalhou com Joseph John Thomson e Ernest Rutherford na Inglaterra. Em 1913, aplicando a teoria da quantificação aos elétrons/electrões do modelo atômico de Rutherford, conseguiu interpretar algumas das propriedades das séries espectrais do hidrogênio e a estrutura do sistema periódico dos elementos. Formulou o princípio da correspondência e, em 1928, o da complementaridade. Estudou ainda o modelo nuclear da gota líquida, e antes da descoberta do plutônio, previu a propriedade da cisão, análoga à do U-235. Bohr recebeu o Nobel de Física em 1922 por suas Investigações sobre a estrutura de átomos e suas radiações .









sábado, 25 de setembro de 2010

Questão de Final de Semana

Intel desenvolve conexão ótica a laser
por IT Web
28/07/2010

Link pode mover dados entre grandes distâncias com velocidade significa-
tivamente superior à atual tecnologia de cobre.

A Intel anunciou na última terça-feira (27) um protótipo que garante a
 conexão ótica de dados do mundo baseada em silício com lasers integrados.
A novidade é um avanço na busca pelo uso de feixes de luz para substituir
 os elétrons para carregar dados dentro e fora dos computadores.
Conforme nota divulgada à imprensa, o link pode mover dados entre grandes
 distâncias com velocidade significativamente superior a atual
 tecnologia de cobre, com até 50 gigabits de dados por segundo. Isso é o equi-
valente a um filme inteiro em HD  sendo transferido por segundo.
Atualmente os componentes dos computadores são conectados uns aos outros
 com o uso de cabos de cobre ou traços nas placas de circuitos.
Devido à interferência eletromagnética resultante do uso de metais como o 
cobre para a transmissão de dados, esses traços possuem um comprimento
máximo bastante curto.
Isso limita o design dos computadores, forçando que processadores, memória 
e outros componentes sejam colocados a algumas polegadas uns dos outros. 
A conquista dessa pesquisa é mais um passo rumo à substituição dessas cone-
xões por fibras óticas extremamente finas que podem transferir dados por dis-
tâncias muito maiores, mudando radicalmente a maneira como os computadores
 e datacenters do futuro serão projetados.